A pedido da minha própria consciência, a qual eu escuto só quando me convêm, vou ter de falar sobre o dia de São Valentim.
É um dia chato, terrível, massacrante, deprimente, para a maior parte dos solteiros e comprometidos.
É um dia maravilhoso, bonito, emotivo, fantástico para a maior parte dos solteiros e comprometidos.
Enfim, pode ser isso tudo independentemente de termos o coração ocupado ou não, o dia de São Valentim pode ser uma ida ao céu ou uma excursão ao inferno.
Há quem se empenhe o ano todo e mais ainda neste dia, a quem não se empenhe o ano todo e só se lembre neste dia e há quem não festeje o dia por não precisar e há quem gostava de festejar o dia.
Neste voo o que aconselho é que sozinhos ou acompanhados o que interessa é estarmos bem, ao lado de quem amamos, seja o namorado, o amante, a família, o cão ou o mundo. O que interessa é que no dia em que se festeja o amor, independentemente da forma em que ele se apresenta devemos deixar que este inunde o nosso coração.
Começo a voar, nesta folha em branco. Ao certo, ainda eu, sou uma folha em branco, já vi uns rabiscos no canto superior direito da folha. Claro está, está certíssimo já tenho quase 30 anos, é bom que já apareça alguma coisa, um risco, uma ruga. Pois é pessoal, atiro-me aqui, completamente aos vossos pés. Um desejo antigo de escrever e de partilhar o que me vai nesta alma. Não farei promessas, logo veremos, o que o céu nos reserva. Não esta muito vento, portanto a descolagem vai ser suave.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
São Valentiiiiiiiiimmm
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